Ainda á tradições que se mantêm

Em Amieira Do Tejo, bem cedo, logo pela manhã, ainda se houve a buzina das carrinhas de venda ambulante que se desloca a esta aldeia.
O povo de Amieira Do Tejo, recebe a visita do padeiro, que trás bolos e pão fresquinho, noutros dias, destinados a esse fim, vem a carrinha do peixe, a muitas outras… numa pequena aldeia como esta, é uma mais-valia a venda de todos estes produtos, pois com uma grande percentagem da população já envelhecida e com fracos recursos, tanto físicos como económicos para se deslocarem até à vila mais próxima, a fim de se aviarem (fazerem as suas compras) a vinda destas carrinhas ao seu encontro, é como ouro sobre azul.
Não têm tudo o que nos oferece uma superfície de venda, mas… já dá para o remedeio. E como é bonito de se ver, e de se ouvir, quem conhece, já sabe distinguir o padeiro do peixeiro, etc. … Apenas pelo toque da buzina.
Na linda aldeia de Amieira, esta é uma das tradições mais antigas que ainda se mantêm, trazendo o comércio até ao povo, e fazendo deste modo um ponto de encontro para que ali reside, e também para que ali se desloca, em períodos de férias e fins-de-semana.
Esperamos então, que esta tradição nunca acabe, que se mantenha viva para servir sempre aqueles que não se podem deslocar para fora da sua área de residência, e esperamos com isto, que não fique para a história, nem seja uma mera lembrança, de que em tempos, já houve venda ambulante!
P.S: Um grande Bem-Haja a todos os vendedores ambulantes, e muito obrigado por manterem viva esta tradição, espero com isto, que a chama nunca se apague.
Ass: Ana Paula Mendes Nunes Da Conceição Horta

Em Amieira Do Tejo, bem cedo, logo pela manhã, ainda se houve a buzina das carrinhas de venda ambulante que se desloca a esta aldeia.
O povo de Amieira Do Tejo, recebe a visita do padeiro, que trás bolos e pão fresquinho, noutros dias, destinados a esse fim, vem a carrinha do peixe, a muitas outras… numa pequena aldeia como esta, é uma mais-valia a venda de todos estes produtos, pois com uma grande percentagem da população já envelhecida e com fracos recursos, tanto físicos como económicos para se deslocarem até à vila mais próxima, a fim de se aviarem (fazerem as suas compras) a vinda destas carrinhas ao seu encontro, é como ouro sobre azul.
Não têm tudo o que nos oferece uma superfície de venda, mas… já dá para o remedeio. E como é bonito de se ver, e de se ouvir, quem conhece, já sabe distinguir o padeiro do peixeiro, etc. … Apenas pelo toque da buzina.
Na linda aldeia de Amieira, esta é uma das tradições mais antigas que ainda se mantêm, trazendo o comércio até ao povo, e fazendo deste modo um ponto de encontro para que ali reside, e também para que ali se desloca, em períodos de férias e fins-de-semana.
Esperamos então, que esta tradição nunca acabe, que se mantenha viva para servir sempre aqueles que não se podem deslocar para fora da sua área de residência, e esperamos com isto, que não fique para a história, nem seja uma mera lembrança, de que em tempos, já houve venda ambulante!
P.S: Um grande Bem-Haja a todos os vendedores ambulantes, e muito obrigado por manterem viva esta tradição, espero com isto, que a chama nunca se apague.
Ass: Ana Paula Mendes Nunes Da Conceição Horta
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