
Este blog foi criado para partilhar com todos os interesados, aquilo que me vai na alma e no coração, relacionado com o patrimonio, coisas da vida, poemas e não só! É esta a minha forma de expressão, escrevo o que penso, o que vejo e no fundo tudo o que sinto! P.S:Se estiver interesado em deixar o seu comentário, desde já, o meu muito obrigado.
sábado, 25 de julho de 2009
Dia dos avós

segunda-feira, 20 de julho de 2009
Poemas

Porque me abandonas-te... Se eu não te pedi para nascer! Em vez de me amares e procteger, só pensas no teu crer!
E eu, em vez de crer viver... tantas vezes desejo morrer! Sim, morrer, morrer por não ter ao meu lado a pessoa que mais me devia amar, apoiar e amparar em todos os momentos da minha vida, e têm sido tantos os momentos em que tenho precisado de ti!
Mãe, são tantas as vezes que me pergunto porquê?
Porque me abandonas-te? Porquê mãe?
Se todas as crianças tem direito a ter mãe e um lar que lhes dê procteção e tranquilidade, então, eu também tenho esse direito!
Tenho esse direito, e preciso de ti!
E tu mãe, tu tens o dever de me amar e procteger, e lá no fundo sabes que também precisas de mim!
Mãe, diz-me porquê... Porque me abandonas-te? Não sou um objecto insignificante que se deixa para trás, eu pertenço-te! Será que não pensas em mim? Não tens desejo de me abraçar, beijar, tu sabes... Fazer todas as coisas que uma mãe faz a um filho.
Mãe, não é justo que eu tenha de sofrer, quando não te pedi para nascer!
Mãe, só quero ser para ti, aquilo que tu desejas-te, antes de me abandonares... se é que alguma vez me desejas-te...
Quero ser para ti, teu filho, e que tu sejas para mim, a minha única e verdadeira mãe!
*Dedico a todas as crianças, que um dia tiveram a infelicidade de serem abandonadas por quem também um dia lhes deu a vida, sem que alguma razão justifique este acto tão triste e vazio de sentimentos!
Ao dedicar este meu texto a todas estas crianças, falo ao mesmo tempo por elas, e o meu mais profundo desejo, é que todas as mães que practicaram este acto(do abandono de um filho) ponham a mão na consciência, e se lembrem que deixaram para trás alguèm que lhes pertence, e esse alguém está sempre á sua espera, reclamando apenas o que lhe pertence, a sua mãe!
Ana Paula Horta
quarta-feira, 15 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Coisas da vida

Foi no passado dia 8 de Setembro, em Amieira do Tejo, na festa em honra da Senhora da Sanguinheira que assisti à tradicional tourada com muita satisfação e uma enorme emoção.Há muito que não assistia a uma tourada assim. Foi lindo. Foi uma tourada de emoções e muita adrenalina à mistura. Em Amieira assistiu-se a um espectáculo digno de se ver, viu-se homens cheios de coragem e muita bravura.Da boca do nosso amigo Jorge Pires ouvi dizer: Até parecia o Campo Pequeno!Parecia, sim senhor, e assim o provaram os amieirenses que nem só no Campo pequeno se faz um bom espectáculo tauromáquico.Em seis vacas, seis foram as pegas concretizadas, pela valente rapaziada de Amieira. Não desfazendo de todos os outros que ajudaram à festa. Foi com um ambiente de música tauromáquica que tudo se desenrolou e que na minha opinião muito ajudou.Entre águas, sumos e cervejas, risos e suspiros tudo se passou e ninguém se magoou.Estão de parabéns os forcados destemidos, bonito espectáculo!Obrigado a todos vós que nos fizeram rir, suspirar e até chorar... Um bem-haja a todos os amieirenses e a todos aqueles que para o ano à Amieira quiserem voltar!
Não há festa sem tourada
E com muita brincadeira
Para o ano prometo voltar
Para a festa de Amieira!
Os forcados de Amieira
Merecem um grande louvor
Agarraram as vacas todas
Com alegria e sem pudor.
Viva a festa brava
Viva Amieira
Viva os forcados
E a Senhora da Sanguinheira!
Dedico a todos os que tornaram possível esta festa. O meu muito obrigado e um grande Bem-Hajam!
Ana Paula Nunes Horta
Coisas da vida
P.S-Aproveito, deste modo, para apelar a todos os amieirenses,residentes,não residentes,bem como a todos os amigos da Amieira,que nos dê-em o prazer da vossa presença,para mais uma procissão dos Passos,que se irá realizar já no próximo dia:29 deste mês de Março.E não se esqueçam,que para a tradição não acabar,só depende de mim,de si,de todos nós!!!O meu muito obrigado, e um grande bem-hája a todos os que irão contribuir com a sua presença.Até à próxima...
Coisas da vida

Não façam mal à cegonhaNem ao ninho que ela temPorque um homem quando sonhaSonha em ter filhos também!
Poemas

Poemas

Ana Paula Mendes Horta
Poemas
domingo, 12 de julho de 2009
Poemas

Poemas

Quero dizer-te que também já fui criança.
Sim, já fui criança como tu.
Sabes? O que agora és, eu já fui
O que fazes, eu também já fiz.
E acredita: É tão bom, ser criança!
Mas passa tão depressa...
Por isso, criancinha, não tenhas pressa de crescer!
Escuta: Já fui criança, não sou mais
Agora que cresci, tenho apenas essa criança
Que um dia fui, guardada no meu pensamento
Especialmente, no meu coração.
Se brinquei? Claro que sim!
Brinquei tanto, que nem imaginas...
Corri, saltei, fantasiei, inventei!
Fantasias e invenções próprias da idade
E que me faziam sonhar...
E como é bom sonhar! Sonhar com fadas,
Príncipes, dragões e palácios de encantar!
Como eu gostava de fantasiar...
Criança pequena, escuta o que te digo:
Todos os adultos que conheces já foram crianças um dia.
Os teus avós e os teus pais também já o foram.
Agora, és tu; é agora, o teu tempo: o tempo de seres criança!
Aproveita-o bem, sem pressa de crescer, tudo tem o seu tempo!
Sabes, um dia vais lembrar-te destas palavras...
Talvez as vás dizer também a alguma criança
Vais (quem sabe) sentir o que eu hoje sinto
Pois é impossível não sentir...
Fecho os olhos e sinto que o tempo passou tão depressa...
Não sou mais criança!Cresci e sou adulta.
Queria recuar no tempo e voltar a ser aquela criança
Que correu, saltou, criou, inventou e tanto brincou!
Tenho tantas saudades... Mas o tempo não volta atrás
Mantenho viva a criança que já fui, no meu pensamento
E no meu coração.
Por isso, criança, não tenhas pressa de crescer!
Um dia mais tarde, irás ter saudades
De essa criança voltar de novo a ser!
Com todo o amor, dedico a todas as crianças do mundo, homenageando-as no Dia Mundial da Criança (1 de Junho).
Ana Paula MN Conceição Horta
Poemas

O Senhor dos Passos saiu à rua
Esta festa só é possível
Com a minha presença e com a sua
Para a tradição não acabar
À Amieira temos de voltar
Para o ano se Deus quiser
Com a presença de todos queremos contar
Os Passos da Amieira
São uma antiga tradição
É uma festa graciosa
Que nos enche a alma e o coração.
Aos senhores padres
O nosso muito obrigado
Pois se não fossem eles
A tradição não tinha continuado.
Um grande Bem-Haja a todos os que marcaram presença em mais uma festa do Senhor dos Passos em Amieira.
Património

Património
Património
Património
Grande manifestação de fé popularFoi no passado dia 29 de Março de 2009, que o Povo de Amieira, e não só... Puderam mais uma vez, mostrar e por em prática a sua Fé, realizando uma vez mais a tão amada procissão dos Paços.Por volta das 14:30, saía o senhor dos Passos de dentro do Calvário, e lá fomos todos em passos lentos, e por entre rezas ao seu lado. Entre os mais velhos, também lá estavam adolescentes e criancinhas, todos Unidos pela mesma Fé, entre sorrisos e lágrimas, e muitos outros sentimentos, éramos quase que um só... Ali estávamos todos juntos abrilhantando cada um á sua maneira este acto de Fé tão divino.O início desta caminhada, teve a sua primeira paragem na igreja Paroquial, onde se deu a eucaristia, depois desta acabar deu-se novamente o percurso pelas ruas da Amieira, onde se deu todas as paragens habituais.E eis que chegamos á Praça Nun`Álvares onde se dá o encontro do senhor, com a senhora sua mãe, e aí sim, qualquer coração chora... E palavras para quê? Perante uma visão como esta, onde se dá o encontro com a mãe e o filho, diante de uma dor tão Grande, a de ver o seu filho sofrer, e nada poder fazer!Por fim... No meio de toda esta emoção, onde todos os nossos sentimentos ficaram á flor da pele, lá prosseguimos novamente em peregrinação, agora já com o senhor e a sua mãe, numa caminhada que se seguiu até ao Calvário, onde se deu por terminada mais uma procissão dos Passos, e finalmente podemos sentir a alegria de mais um dever cumprido.E a certeza que fica, é que tudo isto só é possível, tanto com a colaboração, bem como a presença de todos.P.S: A todos os que fizeram questão de marcar presença na procissão dos Passos em Amieira Do Tejo, o nosso muito obrigado e um Grande Bem-Hajam!Voltem sempre!!!Ao povo da AmieiraE aqueles que de lá não são...Aqui ficam umas fotografiasPara guardar de recordação!
Ana Paula Mendes Nunes da Conceição Horta

Património

Património

Exmos senhores,
Venho por este meio dar o meu testemunho e manifestar a minha tristeza em relação a um caso que passo, de seguida, a citar.Sou filha de uma pacata aldeia do Alto Alentejo, chamada Amieira do Tejo, do concelho de Nisa, distrito de Portalegre.É uma aldeia tranquila, onde se respira paz, onde ainda se dá os bons dias a toda a gente, pois tudo se sabe e todos se conhecem.Em Amieira do Tejo, minha terra natal, existe uma igreja chamada Calvário. É linda, fica num ponto alto da aldeia onde é bastante fácil ser contemplada por qualquer um. É de uma verdadeira beleza arquitectónica, embora o seu aspecto interior vá deixando muito a desejar e isto, porquê?No seu interior existem duas pinturas maravilhosas e, quem sabe, única, que infelizmente estão a desaparecer (apagar) aos poucos com o passar dos anos.Não sou entendida no assunto, mas pergunto: será que ainda vão a tempo de serem recuperadas e restauradas?No meu entender, a esta altura penso que ainda há uma luz no fundo do túnel que pode brilhar. Tenho esperança de poder ver aquelas imagens nítidas, de como as via em criança e me deixa tanta saudade. Na altura em que se fazia a procissão do Senhor dos Passos.Meus senhores, dirijo-me a vós num grito de ajuda, como uma pessoa simples e humilde, sem saber se realmente me estou a dirigir ao sítio certo, embora presuma que sim.Não sei se através de vós, alguém de direito e entendido no ramo, poderia ir pessoalmente verificar estas imagens e daí saber qual o caminho a dar-lhes: se, recuperá-las, enquanto à há tempo, ou, então, somente deixá-las morrer!Meus senhores, o povo de Amieira merecia, sem dúvida, que as imagens do seu Calvário fossem recuperadas. Povo humilde e trabalhador que apesar dos fracos estudos e dos poucos conhecimentos que têm, sabem, no fundo, observar e sabem na verdade ver o que é belo, embora a beleza que agora observam nestas pinturas é de uma beleza que se vai apagando pouco a pouco, como um sopro de vento que por ali vai passando, prestes a tornar-se num ciclone, que se não for travado a tempo irá acabar em destruição.Mas não é só o povo de Amieira que merece a restauração das pinturas do Calvário, mas sim todos nós, ele pertence-nos a todos. Os monumentos fazem parte das nossas vidas, da nossa história e no fundo, contam um pouco da nossa origem e nós não podemos deixar que ela se apague.
Como filha desta terra, Amieira do Tejo, gostaria muito que das próximas vezes que lá fosse e que numa das minhas idas ao Calvário para rezar, os meus olhos pudessem ver que algo já está diferente e que ao olhar para as pessoas que também o visitam, saíssem de lá satisfeitas com o que viam.Caros senhores, este monumento existe e como tal merece que as suas duas pinturas interiores sejam restauradas, recuperadas e estou certa de que sendo vós uma entidade competente e sempre disponível para ajudar e encontrar solução para este tipo de problema, também irão dar encaminhamento a estas duas pinturas do Calvário de Amieira do Tejo.Se for possível agradecia que me dessem uma resposta, seja ela qual for. Sem mais agradeço a vossa paciente atenção. Os meus sinceros cumprimentos e um Bem-Haja a todos os que fazem parte dessa entidade. Obrigado.
Ana Paula Horta
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Património

Do alto da Igreja do Calvário, avisto lá ao fundo, na Praça Nun´Álvares, o castelo.Que lindo que é o castelo da minha terra, o castelo de Amieira do Tejo.É de uma beleza inconfundível e fica ainda mais belo ao nascer e ao pôr-do-sol.Ao contemplá-lo, apetece-me dizer que poderia bem ter sido uma das 7 Maravilhas... Mas não foi! E não foi porque está esquecido, está encerrado!Há algum tempo atrás quando soube por populares que o castelo estava encerrado para obras não dei grande importância ao assunto, pois julguei que quem de direito iria ser breve, iria, certamente, dar os passos que deveriam ser dados e que pusesse mãos à obra, mas... isso não aconteceu e já lá vai um ano, sem que nada fosse feito, simplesmente à espera de nada!E eu pergunto: Como é isto possível? Fechar as portas de um monumento destes que é o cartão de visita de uma terra, o maior ponto de referência de Amieira do Tejo.Estou indignada, mais uma vez!Quero referir aqui que há pouco tempo vi-me no dever de cidadã que ama a sua terra natal, a fazer uma carta ao Instituto Português de Conservação e Restauro sobre o que se está a passar com as duas pinturas interiores do Calvário de Amieira do Tejo, assunto que deve ser do conhecimento de muita gente, e que assim seja, pois quanto mais gente souber, melhor.Isso, agora, não interessa nada, é outro assunto, de facto. Mas quero dizer que cá estou eu, mais uma vez, para defender aquilo que é nosso e daí fazer chegar a minha voz e, quem sabe, tocar no coração de alguém que como eu, tenha orgulho em Portugal e em ser Português!Mais uma vez digo: está na hora de descruzar os braços, dar as volta que têm de ser dadas, deixarem-se de tantas burocracias... com um pouco de boa vontade e trabalho penso que nada é difícil, tudo tem uma solução: tem é que ser encontrada!Tudo dá trabalho, bem sei, mas mais trabalho dará se nada for feito a tempo e horas.Dizem que não há verbas! Como não há verbas? Para onde vai tanto dinheiro? Nunca sabemos... Quando ele é preciso, nunca aparece!E que obras tão precisas são essas que levam ao encerramento do castelo? Se bem me lembro, foram feitas obras há 6 anos atrás onde foram gastos 200 mil contos, valor esse que está publicado no jornal de Amieira (nº 167 – Março de 2007).Basta! Abram as portas do castelo aos visitantes. Dêem-lhe vida. Deixem-nos sonhar e imaginar com as lendas e histórias que ele tem para nos contar.A quem de direito, me dirijo em meu nome, em nome do povo da Amieira e de tantos outros vos peço: abram as portas do castelo, mostrem que fazem algo pelo que é nosso, dêem-nos orgulho das nossas terras, das nossas gentes e, sobretudo, do nosso país.Queremos ser falados pela positiva, tanto no nosso lindo Portugal, como lá fora. Mostrem que “O que é Nacional é Bom!”Não sei a quem me estou a dirigir, mas alguém vai pôr a mão na consciência e vai, com certeza, disponibilizar-se para fazer o que tem de ser feito e eu estou confiante disso e tenho uma grande esperança de que muito em breve as portas do belo castelo de Amieira do Tejo irão abrir-se.O meu muito obrigado!
Ana Paula MN da Conceição Horta
Património

Castelo Nun´Álvares no seu esplendorAo chegar a Amieira no dia 7 de Setembro à noite, para mais uma festa em honra de Nossa Senhora da Sanguinheira fui contemplada com uma vista maravilhosa que me deixou perplexa e deslumbrada. Avisto lá ao fundo o castelo e só consigo dizer: - Olhem, o castelo está iluminado, está lindo!Quis parar e assim o fiz, ao pé do eucalipto grande, esse eucalipto que todos bem conhecem. Fiquei ali largos instantes, a contemplar o castelo pois a vista dali era magnífica. Só conseguia dizer: - Está lindo! Lindo!Ao longe parecia uma tela suspensa no ar... Que lindo estava o castelo todo iluminado, estava no máximo do seu esplendor.Quis dirigir-me de imediato ao castelo, para vê-lo de mais perto e qual não foi o meu espanto ao ver que a festa estava a decorrer no seu interior.Só disse: Meu Deus, que espectáculo!O castelo tomara vida, e que vida. No meio de tanta alegria, havia gente a cantar e a dançar, crianças a correr e a saltar. Que grande felicidade no rosto de todos os presentes.Entre copos e petiscos, farturas, algodão doce, pipocas e boa música havia encontros de quem há muito não se via e ali matavam a saudade.Faziam-se novas amizades e quem sabe... tenham nascido novas paixões dentro dessa beleza medieval que é o castelo Nun´Álvares.E ali estava eu, impávida e serena a assistir a tudo o que se ia passando em meu redor e a tudo o que a minha vista pudesse alcançar. E que mais posso dizer?Vi e senti que o castelo estava esplendoroso, e com um enorme orgulho e o coração a transbordar de alegria, pude constatar com os meus próprios olhos que, afinal, esta maravilha que é o castelo não está esquecida.
Ana Paula Nunes Horta
Património
Cá estou eu mais uma vez, visto não ser a primeira, para mostrar a minha profunda indignação e tristeza em relação ao castelo de Amieira do Tejo ainda se encontrar encerrado. Pois é...Soube há dias atrás, através de fonte residente em Amieira de tal facto, que eu já julgava estar resolvido, mas não!A verdade é que o castelo se encontra de portas fechadas aos visitantes que se dirigem até ele para o visitarem, mas, infelizmente, batem como o nariz na porta.Quem pergunta e se informa do “porquê” do castelo se encontrar encerrado não é esclarecido, mas tem a sorte de ser encaminhado ao posto de turismo a fim de concretizarem o seu objectivo. Mas, outros tantos ficam-se pelo caminho...Aos visitantes mais contidos e envergonhados, que se remetem ao silêncio e não se informam apenas resta a desilusão e tempo perdido, simplesmente dão de caras com uma enorme porta fechada.Ao que parece, a senhora que trabalha no centro de turismo possui a chave do castelo, estando autorizada a abrir as portas do mesmo, não sendo obrigada a fazê-lo, mas, possuidora de enorme boa vontade, amavelmente se disponibiliza a abrir as portas do castelo, a quem o pretende visitar, embora apenas possam entrar até ao pátio, para poderem ver um pouco mais do que vêem do lado de fora.Mas, se assim é e se assim tem de ser, a entidade responsável devia colocar uma informação na porta do castelo, informando os visitantes aonde se podem dirigir a fim de poderem visitá-lo, tanto mais que há disponibilidade para abrir as portas do monumento.Chamo a atenção de quem de direito, de que está na altura de nós, cidadãos, sermos informados sobre as razões por que o castelo está encerrado. Temos esse direito e alguém tem o dever de nos informar.Não deveria ter o castelo, alguém, permanente, para uma melhor recepção e acompanhamento a quem ali se dirige para o visitar, como outrora já teve?Com o castelo de portas encerradas não se contam histórias, não se aprende, não se divulgam as nossas terras, as nossas gentes. Nada, nem ninguém evolui!...Despeço-me, confiante de que irá ser tomada a atitude certa e aproveito para deixar um grande bem-haja à senhora que trabalha no centro de turismo, em nome de todos os amieirenses residentes e ausentes. O meu muito Obrigado.
Ana Paula Horta
